
AMOR: sentimento ou decisão pessoal?
Na época em que vivemos, vemos o quanto o amor tem sido super-estimado dentre todos os segmentos da sociedade, principalmente pelos cristãos. Logicamente, esse dom de Deus deve ser devidamente valorizado, entretanto o que vem acontecendo é que as pessoas estão perdendo o conceito daquilo que se configura como o verdadeiro amor, então como valorizar algo que não se conhece? Fomos feitos para amar? E o que é amar?.....
Através do maravilhoso óculos, chamado Palavra de Deus, a qual nos habilita a enxergar todas as coisas perfeitamente, vemos o que, verdadeiramente, é o amor. O mundo diz que o amor é um sentimento que nasce espontaneamente. Deus diz que o amor deve ser cultivado como uma planta, e, obviamente, para cultivarmos algo, devemos antes tomar a decisão de fazê-lo. O amor não nasce espontaneamente coisa nenhuma, já a erva-daninha e o carrapicho nascem. O amor é a planta mais valiosa do mundo, por isso devemos semeá-lo em nosso coração e regá-lo diariamente.
Se o amor não fosse uma decisão pessoal, Deus não poderia ordenar que amássemos, como vemos em sua Palavra:
“Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros”
João 13.34
E o mais interessante é que amar muitas vezes nem proporciona sensação agradável. Será que foi agradável para o Pai entregar o seu amado e unigênito Filho para nos salvar?
“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha vida eterna.”
João 3.16
Portanto, o amor é uma decisão que muitas vezes não proporciona sensações agradáveis.
Paulo Victor C. de Albuquerque
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